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Licenciamento Microsoft: 4 motivos para legalizar seu software

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Licenciamento Microsoft: 4 motivos para legalizar seu software

Entenda como o licenciamento Microsoft é indispensável para o bom andamento das operações da sua empresa.

A revolução digital chegou e não temos como fugir dela – ainda bem.

Prova disso é o resultado de uma pesquisa recente da Microsoft com a Edelman, que revelou que 82% das PMEs (Pequenas e Médias Empresas) continuarão adotando tecnologias mesmo no período pós-pandemia, tendo em vista todos os benefícios trazidos por elas.

Além de significar uma evidente vantagem competitiva no mercado, as tecnologias auxiliam na realização de processos mais ágeis e eficientes, apresentando inúmeros benefícios para as empresas de todos os setores.

Por outro lado, sabemos que nem todas as organizações utilizam os softwares de forma legalizada. Mesmo assim, é importante ter em mente que a forma teoricamente mais simples de resolver as coisas pode custar muito mais caro no futuro.

Quando falamos sobre evolução digital, abrimos a porta para um novo mundo que apresenta diversos pontos positivos, mas, junto com eles, vem uma série de responsabilidades às quais precisamos estar atentos.

É importante que as empresas tenham a garantia de que todos os softwares utilizados pelo seu negócio sejam devidamente licenciados. Esse ponto é essencial para garantir o bom funcionamento dessas ferramentas e, principalmente, a proteção dos seus sistemas. Ao contrário, caso a sua empresa seja identificada por utilizar softwares piratas, as consequências podem trazer sérios prejuízos – especialmente financeiros.

Por isso, no texto de hoje, nós vamos te explicar de forma simples por que é importante garantir o licenciamento dos softwares da sua empresa, com destaque para o licenciamento Microsoft.

Vamos lá?

Licenciamento Microsoft: lei

Pirataria de software: o que diz a lei?

Não é novidade para ninguém que a pirataria é crime.

Aqui no Brasil, nossa Constituição contém uma legislação específica que inclui tanto pessoas físicas como jurídicas no que diz respeito à pirataria. As empresas que utilizam softwares não licenciados podem ser enquadradas nesta lei por violação dos direitos autorais, falsificação e reprodução não autorizada.

No caso da Microsoft, por exemplo, se a empresa for identificada por utilizar os softwares sem licenciamento, ela pode ser obrigada a pagar multas de até três mil vezes o valor da licença.

Por aqui, a lei responsável por fiscalizar os softwares piratas é a Lei n° 10.695, sancionada em 2003, que tem penalidades específicas para quem violar os direitos autorais. Diante disso, as empresas que utilizam tecnologias sem licenciamento podem sofrer graves consequências, comprometendo sua própria imagem e também a segurança de seus dados – assunto especialmente relevante nos últimos tempos.

Muitas pessoas não se atentam para o fato de que, ao baixarem softwares piratas, elas não apenas estão desrespeitando a lei, mas comprometendo a segurança dos seus ativos corporativos e a qualidade de seus sistemas, ficando mais vulneráveis a ataques.

Licenciamento Microsoft: produtos

Licenciamento Microsoft: 4 motivos para adotá-lo

Como citamos anteriormente, as consequências por utilizar softwares não licenciados podem ser muito graves.

No caso do licenciamento Microsoft, por exemplo, a empresa conta com um robusto sistema de fiscalização de uso indevido. Isso é resultado de uma parceria com a BSA (The Software Alliance) e ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), a qual permite que o alcance de checagem da Microsoft seja consideravelmente expandido.

Mas, para te ajudar a entender melhor o assunto, nós listamos 4 simples motivos pelos quais você deve legalizar os softwares utilizados pela sua empresa.

1. Segurança de dados

Em um momento no qual tanto se fala sobre a importância da segurança de dados, é importante estar ciente de que, ao instalar programas piratas, seus dados inevitavelmente ficam expostos a agentes desconhecidos.

Para autenticar um software pirata, é necessário utilizar um número de série conhecido como “crack”. Esse número é, por sua vez, gerado por um programa cujo objetivo é basicamente invadir sistemas licenciados.

Mas o que muita gente não sabe é que esses aplicativos podem facilitar a invasão de hackers, além de vazamentos e roubo de informações pessoais, gerando inúmeros prejuízos para seus colaboradores, clientes e, claro, para a empresa como um todo.

Leia mais: Cibersegurança: como funciona a proteção na nuvem?

2. Atualização dos softwares

A Microsoft está sempre em busca de novas soluções para melhorar a experiência de seus usuários. Por isso, todos os softwares passam por revisões constantes, buscando sempre novas atualizações e funcionalidades ainda mais dinâmicas.

Um bom exemplo disso é o Teams, que recebeu inúmeras atualizações e recursos no último ano graças ao crescimento exponencial em sua quantidade de usuários (consequência basicamente direta da pandemia do coronavírus). Aliás, mais do que ferramentas, a Microsoft fez investimentos significativos em reforços de cibersegurança para o app.

No entanto, quando a empresa utiliza softwares não licenciados, ela não consegue usufruir da segurança e melhorias das novas atualizações. Ou seja, além de correr o risco de ter o seu sistema invadido, você também fica de fora de todas as melhores funcionalidades dos softwares em questão.

3. Evitar problemas legais

Uma coisa é fato: ninguém quer ter a sua empresa envolvida em problemas legais. Esse é o maior pesadelo de muitos gestores e apresenta consequências muito negativas para o seu negócio.

É provável que você já tenha ouvido aquele ditado que diz que “o barato pode sair caro”, certo?

Nesse caso, em especial, ele é super verdadeiro. Isso porque além dos prejuízos já citados, a sua empresa corre o risco de enfrentar um longo processo judicial por uso de softwares ilegais, manchando a imagem do seu negócio e descredibilizando-o perante seus clientes, colaboradores e sócios.

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4. Suporte especializado

Por último, mas não menos importante, os softwares não licenciados não contam com assistência técnica especializada.

Parece besteira, mas isso significa, na prática, que a empresa basicamente não tem respaldo em caso de perdas de informações e demais danos de hardware, o que pode acarretar em prejuízos sérios e permanentes ao negócio.

Ou seja, ao utilizar os softwares piratas, não há como recorrer a nenhum tipo de ajuda do atendimento ao cliente do desenvolvedor. Com o licenciamento Microsoft, por exemplo, os usuários têm acesso a suporte em diferentes plataformas – desde chat até telefones 0800.

Licenciamento Microsoft: como adotar

Como legalizar o software?

Agora que você já conhece as vantagens de ter um licenciamento, vamos falar sobre como legalizar o seu software.

Em um primeiro momento, é necessário que seja realizada uma análise detalhada para verificar qual é a modalidade de licenciamento mais adequada para a sua empresa, uma vez que, obviamente, cada empresa tem necessidades específicas.

Os gerentes de TI devem considerar todas as necessidades do seu negócio, tal como os riscos que podem estar relacionados à sua empresa, sempre visando impedir problemas futuros.

Para acomodar corretamente as necessidades das companhias, atualmente a Microsoft conta com diferentes tipos de licenciamento. Alguns deles são:

a) CSP (Cloud Service Provider), focado em soluções em nuvem;
b) FPP (Full Packaged Product), mais indicado para pequenas empresas;
c) Open License, no qual você efetua um pagamento que dá direito a uso perpétuo dos softwares, mas sem direito a atualizações;
d) Open Value, que permite atualizações de software;
e) Open Value Subscription, que acompanha o crescimento ou diminuição do rol de serviços utilizados pela empresa.

Leia mais: 7 vantagens de escolher o Microsoft 365

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Assista ao vídeo abaixo e descubra como funciona o licenciamento na Lattine:

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